Agrotec Imobiliária
Rio do Sul · Alto Vale do Itajaí

Sítios em Rio do Sul (SC): preço da terra e oportunidades

Em Rio do Sul, o hectare de terra de primeira vale entre R$ 70.000 e R$ 150.000 — mediana de R$ 99.000 (Epagri, 2025) — e a várzea sistematizada do arroz vale ainda mais: R$ 121.667. É a 165ª maior valorização de Santa Catarina desde 2009, na capital do Alto Vale do Itajaí. O preço por classe, a série completa e o radar estão nesta página.

Fontes: Epagri/Cepa (preço da terra, série 2009–2025), IBGE (Censo 2022, PAM 2024, PPM 2024). Valores nominais, com o ano de cada número ao lado.

Quanto custa o hectare em Rio do Sul?

O levantamento da Epagri por classe de terra, em R$ por hectare, com o ano da última medição de cada classe.

Mapa de Santa Catarina com Rio do Sul em destaque: o hectare de terra de primeira tem mediana de R$ 99.000 (Epagri, 2025)
Em Rio do Sul, a mediana do hectare de terra de primeira é R$ 99.000, numa faixa de R$ 70.000 a R$ 150.000. Epagri/Cepa, coleta de 2025. Arte: Agrotec Imobiliária.
Classe de terraMínimoMedianaMáximo
Terra de primeiraEpagri, 202570.00099.000150.000
Terra de segundaEpagri, 202545.00057.333100.000
Terra de terceira (alta declividade)Epagri, 202520.00030.66750.000
Terra de várzea não sistematizadaEpagri, 202028.00039.00051.000
Terra de várzea sistematizadaEpagri, 2025100.000121.667150.000
Terra para servidão florestal (reserva legal)Epagri, 20184.0006.0008.000

Valores declarados por informantes qualificados da rede Epagri, em R$ por hectare de terra nua. A série completa da cidade, ano a ano, está no mapa dos 295 municípios.

Quanto a terra valorizou em Rio do Sul?

De 2009 a 2025, a mediana da terra de primeira em Rio do Sul saiu de R$ 20.000 para R$ 99.000 por hectare — 5,0× em valores nominais, a 165ª maior valorização entre os 241 municípios catarinenses medidos pela Epagri nos dois anos. A mediana dessas valorizações no estado foi de 5,7×. A comparação da terra com CDI, poupança e bolsa está em investir em terra.

Gráfico de barras do preço do hectare de terra de primeira em Rio do Sul (SC) de 2009 a 2025, de R$ 20.000 para R$ 99.000
De 2009 a 2025, a mediana da terra de primeira em Rio do Sul saiu de R$ 20.000 para R$ 99.000 por hectare — 5,0× em valores nominais, a 165ª maior alta de Santa Catarina. Epagri/Cepa. Arte: Agrotec Imobiliária.

O que sustenta o preço da terra em Rio do Sul?

O Alto Vale é terra de propriedade miúda e trabalhada — e a classe mais valiosa da praça conta essa história: a várzea sistematizada, a terra plana e irrigada do arroz, tem mediana de R$ 121.667 por hectare na Epagri, acima dos R$ 99.000 da própria terra de primeira. Pela Produção Agrícola Municipal do IBGE, o arroz lidera as lavouras com R$ 4,2 milhões, seguido do fumo (R$ 3,2 milhões) e da soja (R$ 3,1 milhões), num total de R$ 17,5 milhões em 2024 — produção de minifúndio, colhida em muitas mãos.

A cidade em si é o outro lado da conta: 72.587 habitantes (Censo 2022) e um rebanho de só 8.799 bovinos (IBGE/PPM, 2024) — polo urbano e industrial cercado de vales estreitos, onde área plana é exceção. Sítio bom perto da cidade disputa comprador de moradia e lazer além do produtor, e a terra de primeira multiplicou por 5,0× desde 2009, contra 5,7× da mediana estadual.

O que está à venda em Rio do Sul?

No Alto Vale, sítio e várzea trocam de mão dentro da vizinhança — entre famílias que se conhecem há gerações, muitas vezes sem anúncio. O radar da Agrotec põe você nessa conversa: descreva o que procura, do arrozal à chácara de morada, e seja avisado primeiro quando surgir propriedade no perfil.

E quem tem propriedade em Rio do Sul para vender entra pelo caminho ao lado: avaliação pela norma ABNT NBR 14653-3, com o levantamento da Epagri como referência de mercado e negociação sem expor o imóvel.

Descreva a área. A busca é por nossa conta.

A tabela diz quanto custa o hectare em Rio do Sul; achar a propriedade certa, na região certa, pelo preço certo é o trabalho da Agrotec — busca dedicada, atendimento direto e as oportunidades que chegam antes de virar anúncio.

De onde vêm os números desta página

Preço e valorização da terra: levantamento anual de preços de terras agrícolas da Epagri/Cepa, por classe de terra, com o ano de cada medição escrito ao lado do número. Lavouras: Produção Agrícola Municipal do IBGE, 2024, valor da produção. Rebanho: Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE, 2024. População: Censo Demográfico 2022. Tudo nominal.

Os valores da Epagri são referências de levantamento e, pela metodologia da própria fonte, não servem para balizar negócios com terras nem referenciar arbitragens. O valor de uma propriedade específica sai de avaliação pela ABNT NBR 14653-3. Esta página informa; não é recomendação de investimento.

Dúvidas frequentes sobre a terra em Rio do Sul

Pela Epagri (2025), a terra de primeira em Rio do Sul vai de R$ 70.000 a R$ 150.000 por hectare, com mediana de R$ 99.000; a terra de segunda tem mediana de R$ 57.333. Sítio com casa, água e benfeitoria foge da tabela — o valor sai de avaliação própria.
Porque é a terra do arroz: a várzea sistematizada — plana, irrigada e pronta para produzir — tem mediana de R$ 121.667 por hectare na Epagri (2025), acima dos R$ 99.000 da terra de primeira. Em 2009 ela valia R$ 50.000: é a classe que mais conta a história do Alto Vale.
De 2009 a 2025, a mediana da terra de primeira em Rio do Sul foi de R$ 20.000 para R$ 99.000 por hectare — 5,0× em valores nominais, a 165ª maior alta entre os 241 municípios catarinenses medidos pela Epagri nos dois anos.
A busca é dedicada: você descreve o sítio ou a área que procura no Alto Vale e a Agrotec vai atrás, incluindo as propriedades que trocam de dono sem anúncio. Quem tem terra na região para vender recebe avaliação pela norma ABNT NBR 14653-3 e negociação com discrição.
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"Vimos de perto que o mercado de imóveis rurais precisava de quem realmente entendesse o campo. Por isso criamos a Agrotec, para fazer esse encontro do jeito certo."

Jonas e Tatiane Paris Scatolin idealizaram e fundaram a Agrotec com uma missão clara: levar ao mercado rural o atendimento especializado que ele sempre mereceu. Unidos no propósito e na vida, construíram uma empresa que fala a língua do campo e entende cada detalhe de uma negociação de terra.

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Jonas Scatolin

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Veio do campo e nunca saiu dele. É dono que atende: corretor rural que cuida pessoalmente de cada cliente, com a honestidade e o jeito amigável de quem entende que terra é coisa séria.

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