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Preço da terra · INCRA · dado oficial

Quanto custa o hectare de terra no Brasil

No Atlas do Mercado de Terras 2025, do INCRA, o hectare de terra nua agrícola vai de R$ 1.676 no Piauí a R$ 100.436 no Paraná, pela mediana dos municípios de cada estado — 60 vezes de diferença dentro do mesmo país. Entre um extremo e outro estão os 27 estados deste mapa. Em Santa Catarina e no Paraná, a página desce ao município, com o levantamento estadual de 2025 e de 2026.

Nem todo negócio com terra é compra: quem cede a área para outro produzir assina um contrato de arrendamento rural, e o preço dele tem teto fixado em lei.

Explorar o mapa dos 27 estados Ver a tabela por estado

Fonte: INCRA, Sistema de Mercado de Terras, Atlas do Mercado de Terras 2025 — coleta de campo em dezembro de 2024. Valores de terra nua — só o solo, sem benfeitorias —, pela mediana dos municípios de cada estado. O INCRA mede por mercado regional, não por município: são 245 mercados para 5.571 municípios.

O preço do hectare, estado por estado

Mapa do Brasil pintado pelo preço do hectare de terra nua em cada estado, de R$ 1.676 no Piauí a R$ 100.436 no Paraná (INCRA, dezembro de 2024)
Preço mediano do hectare de terra nua agrícola em cada estado: de R$ 1.676 no Piauí a R$ 100.436 no Paraná. Quanto mais claro, mais caro. INCRA/SIMET, referência de dezembro de 2024. Arte: Agrotec Imobiliária.

Município a município, onde existe levantamento estadual

De onde vêm os números: Atlas do Mercado de Terras 2025 (INCRA)

O mapa e a tabela nacional saem do Atlas do Mercado de Terras 2025, a edição mais recente do levantamento que o INCRA publica a cada dois anos. Cada edição traz a leitura de campo de dezembro do ano anterior: a deste Atlas é a de dezembro de 2024, e a da edição anterior, o Atlas 2023, é a de dezembro de 2022 — é entre essas duas leituras que o mapa mede a variação. A próxima edição é a de 2027.

Os levantamentos estaduais são anuais e complementam o Atlas: a Epagri/Cepa atualiza Santa Catarina todo abril, com coleta de 2025 no ar; o Deral/SEAB publica o Paraná também em abril, com coleta de 2026; e São Paulo tem a série do IEA. É por isso que o detalhe por município, onde ele existe, é mais novo que o mapa nacional — e a página diz a data de cada um em vez de misturar os dois.

Saber o preço é o começo. Encontrar a área certa é o nosso trabalho.

A tabela dá o preço médio do hectare. O difícil vem depois: qual área comprar, em que região e em quem confiar. A Agrotec é especialista em terra — sítio, chácara, fazenda, gleba, terreno, loteamento, área rural, do hectare ao alqueire — e faz busca dedicada nos 27 estados, com atendimento direto de quem conhece o mercado. Quem tem uma propriedade e quer vender sem expor entra pela porta ao lado.

Do maior para o menor

Os 27 estados, com o preço do hectare de terra nua agrícola em dezembro de 2024. Clique no cabeçalho para reordenar; clique na linha para abrir o estado no mapa. A faixa é onde ficam os 50% de municípios do meio de cada estado — a metade mais barata e a mais cara ficam de fora de propósito, porque são elas que distorcem a média.

Gráfico de barras sobre o mapa do Brasil com os 5 estados de hectare mais caro: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Goiás (INCRA, dezembro de 2024)
Os cinco estados com o maior preço mediano do hectare de terra nua agrícola: Paraná, R$ 100.436; Rio Grande do Sul, R$ 95.526; Santa Catarina, R$ 79.243; São Paulo, R$ 72.908; Goiás, R$ 52.442. INCRA/SIMET, referência de dezembro de 2024. Arte: Agrotec Imobiliária.
Preço da terra nua agrícola por estado — mediana dos municípios, faixa dos 50% do meio, variação medida entre 2022 e 2024 e municípios remedidos. INCRA/SIMET, referência de dezembro de 2024, em reais por hectare.
Estado ▽ Faixa dos 50% do meio ▽ Mediana ▼ Variação medida ▽ Municípios remedidos ▽
ParanáDeral/SEABpor município →R$ 64.436 a R$ 106.586R$ 100.436-0,1%351 de 398
Rio Grande do SulR$ 57.460 a R$ 130.641R$ 95.526+6,6%minoria remedida128 de 496
Santa CatarinaEpagri/Cepapor município →R$ 72.634 a R$ 91.053R$ 79.243+91,1%minoria remedida5 de 294
São PauloIEAR$ 55.133 a R$ 78.194R$ 72.908+20,1%minoria remedida1 de 604
GoiásR$ 47.836 a R$ 64.007R$ 52.442+13,7%209 de 209
Mato Grosso do SulR$ 45.726 a R$ 64.867R$ 50.831+5,8%60 de 60
Distrito FederalR$ 48.562 valor únicoR$ 48.562+10,8%1 de 1
Espírito SantoR$ 35.787 a R$ 59.157R$ 47.424+69,5%61 de 61
Mato GrossoR$ 41.462 a R$ 56.861R$ 46.633-15,2%105 de 105
Minas GeraisR$ 21.833 a R$ 61.538R$ 40.009+15,9%minoria remedida151 de 312
Rio de JaneiroR$ 35.084 a R$ 52.263R$ 35.084sem dado0 de 36
Alagoastipologia geralR$ 12.128 a R$ 36.250R$ 28.091+70,7%102 de 102
ParaíbaR$ 4.363 a R$ 27.524R$ 27.524+95,5%87 de 87
SergipeR$ 21.973 a R$ 49.683R$ 26.734sem dado0 de 61
AcreR$ 24.993 valor únicoR$ 24.993-9,8%12 de 12
RondôniaR$ 16.675 a R$ 24.260R$ 21.506-25,4%52 de 52
PernambucoR$ 4.238 a R$ 15.734R$ 14.634-19,2%minoria remedida16 de 80
BahiaR$ 9.193 a R$ 16.996R$ 12.321-6,2%244 de 383
TocantinsR$ 11.148 a R$ 18.351R$ 11.424sem dado0 de 66
Rio Grande do NorteR$ 5.612 a R$ 20.293R$ 9.708-1,4%82 de 82
MaranhãoR$ 6.116 a R$ 17.754R$ 6.883+33,0%108 de 191
RoraimaR$ 6.497 valor únicoR$ 6.497+17,5%7 de 7
AmazonasR$ 1.040 a R$ 10.138R$ 6.299sem dado0 de 51
ParáR$ 2.506 a R$ 7.393R$ 4.651sem dado0 de 82
CearáR$ 3.226 a R$ 9.692R$ 3.839+17,9%minoria remedida51 de 110
AmapáR$ 1.864 a R$ 2.409R$ 2.409sem dado0 de 16
PiauíR$ 1.030 a R$ 4.629R$ 1.676sem dado0 de 183

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Como ler estes números sem errar

Terra nua não é o preço da fazenda

Todo valor desta página é de terra nua: só o solo e a cobertura natural dele. Ficam de fora casa, galpão, cerca, aviário, silo, lavoura, pastagem cultivada e floresta plantada. É assim que a Instrução Normativa 116/2022 do INCRA define o Valor da Terra Nua, e é assim que o mercado rural brasileiro negocia — cota-se o hectare limpo e precifica-se a benfeitoria à parte. Uma propriedade com estrutura produtiva vale mais que a conta de hectare vezes preço; uma área encravada ou sem acesso vale menos. Quem precisa do valor de uma área específica precisa de laudo pela norma técnica, não de tabela.

A unidade de medida do INCRA não é o município

O INCRA agrupa municípios vizinhos em Mercados Regionais de Terras: são 245 mercados para 5.571 municípios, cerca de vinte e três municípios por mercado. Todo município do mesmo mercado recebe o mesmo valor. Por isso duas cidades coladas aparecem com o número idêntico, e por isso o dado federal situa a conversa, mas não descreve a sua linha. Onde existe pesquisa estadual, ela mede município a município e é melhor.

Nem toda alta é valorização

Quando um mercado regional não é pesquisado no ano base, o INCRA atualiza o valor anterior por um índice publicado, que varia por tipo de uso: 12% para terra agrícola, 17,92% para floresta plantada, 28,36% para exploração mista e vegetação nativa, 31,24% para pecuária. De cada 4.141 municípios com leitura nos dois anos, 2.308 entraram em 2024 por esse caminho — 56% do total. Um estado inteiro pode aparecer com alta sem que ninguém tenha ido a campo. Publicar reajuste de tabela como valorização seria enganar quem está decidindo vender, então o mapa só pinta a variação dos municípios que foram mesmo remedidos, e marca com hachura o estado em que a maior parte veio de índice.

Onde não houve medição, a página não mostra número

Em 7 dos 27 estados nenhum município foi remedido entre 2022 e 2024: Amazonas, Amapá, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Sergipe, Tocantins. Ali não existe variação medida, e o mapa pinta esses estados com a cor de "sem variação medida" em vez de escolher um tom da escala. É uma cor a mais na legenda e uma pergunta a menos: cinza claro não é preço baixo, é ausência de leitura.

Onde o dado estadual é melhor que o federal

Três estados mantêm pesquisa própria de preço de terra, anual e por município: Santa Catarina pela Epagri/Cepa, Paraná pelo Deral/SEAB e São Paulo pelo IEA. Este site publica as duas primeiras, com o mesmo desenho: o preço da terra em Santa Catarina, nos 295 municípios, com a coleta de 2025 da Epagri, e o preço da terra no Paraná, nos 399 municípios, com a coleta de 2026 da Deral — as duas mais novas que o dado federal deste mapa. Quem procura área no oeste catarinense tem ainda a região cidade por cidade. E o que essa série diz da terra ao longo do tempo? O placar de 17 anos contra CDI, poupança e bolsa está em página própria.

Por que o número do INCRA não bate com o da Epagri ou da Deral

Para o mesmo estado, o dado federal e o estadual dão números diferentes, e os dois estão certos: medem coisas diferentes. Em Santa Catarina, o INCRA publica R$ 79.243 por hectare (mediana dos municípios, terra nua agrícola, dezembro de 2024) e a Epagri/Cepa, R$ 80.000 (mediana do preço mais comum da terra de primeira, coleta de 2025, 265 municípios). No Paraná, o INCRA publica R$ 100.436 e a Deral/SEAB, R$ 86.100 (mediana do preço médio da classe A-III, coleta de 2026, 395 municípios). As diferenças vêm de três lugares: a data (o federal é de dezembro de 2024, os estaduais são mais novos), a unidade (o INCRA atribui um valor por mercado regional — 245 para o país — e os estaduais medem cada município) e a classe (o federal fala de "terra agrícola" em geral; os estaduais separam terra de primeira, A-III e as demais). Para comparar estados entre si, use este mapa; para saber o preço de uma cidade, use a página do estado. Misturar os dois numa conta só produz um número que nenhuma fonte publicou.

Para que esta página não serve

Não serve para avaliar uma propriedade específica. Nem o INCRA nem os levantamentos estaduais foram feitos para isso, e a Epagri diz textualmente na metodologia dela que não está entre os objetivos "informar preços de terras para balizar negócios com terras ou referenciar arbitragens". Nenhuma das fontes mede escritura registrada em cartório: as três estaduais são declaratórias, apuradas junto a informantes qualificados. O que esta página faz é dizer quanto custou o hectare, onde, quando e segundo quem — e deixar a conta do seu caso para quem for medir a sua área.

Sabendo a faixa, a pergunta seguinte costuma ser o dinheiro: existe financiamento para imóvel rural, e ele não funciona como o de casa urbana.

Dúvidas frequentes sobre o preço da terra

Depende muito do estado. Na referência de dezembro de 2024 do levantamento do INCRA, a mediana dos municípios ia de R$ 1.676 por hectare no Piauí até R$ 100.436 no Paraná. São valores de terra nua agrícola, ou seja, só o solo, sem casa, galpão, cerca, lavoura ou pastagem cultivada.
O Paraná, com mediana de R$ 100.436 por hectare de terra nua agrícola em dezembro de 2024. Logo atrás vêm os outros dois estados do Sul. A metade do meio dos municípios paranaenses fica entre R$ 64.436 e R$ 106.586 por hectare.
O Piauí, com mediana de R$ 1.676 por hectare em dezembro de 2024 — cerca de 60 vezes menos que o estado mais caro. Terra barata costuma ser terra longe de estrada asfaltada, de armazém e de porto, e o preço reflete isso.
Terra nua é o solo com a cobertura natural dele, sem construções, benfeitorias, culturas, pastagem cultivada ou floresta plantada — é a definição da Instrução Normativa 116/2022 do INCRA. O mercado rural brasileiro negocia assim: cota-se o hectare limpo e precifica-se a benfeitoria à parte. Por isso uma propriedade com estrutura produtiva vale mais que a conta de hectare vezes preço.
Hoje, a leitura nacional mais recente é a do INCRA com referência de dezembro de 2024: de R$ 1.676 por hectare no Piauí a R$ 100.436 no Paraná, pela mediana dos municípios de cada estado. Não existe cotação diária de terra — o preço é medido por levantamento, e o federal sai a cada dois anos. Onde existe levantamento estadual anual, ele é mais novo: Santa Catarina (Epagri/Cepa, coleta de 2025) e Paraná (Deral/SEAB, coleta de 2026), município a município.
No dado federal (INCRA, dezembro de 2024), a mediana é de R$ 79.243 por hectare em Santa Catarina e de R$ 100.436 no Paraná. Os levantamentos estaduais são anuais e por município: na coleta de 2025 da Epagri/Cepa, a mediana da terra de primeira em Santa Catarina é de R$ 80.000 por hectare, entre 265 dos 295 municípios; na coleta de 2026 da Deral/SEAB, a mediana da classe A-III no Paraná é de R$ 86.100, entre 395 dos 399 municípios. O valor de cada cidade está nas páginas de Santa Catarina e do Paraná.
Não. Ele é uma referência regional, não uma avaliação. O INCRA mede por Mercado Regional de Terras: são 245 mercados para 5.571 municípios, cerca de vinte e três municípios recebendo o mesmo valor. A própria Epagri escreve na metodologia dela que os preços não servem para "balizar negócios com terras ou referenciar arbitragens". Quem precisa do valor de uma área específica precisa de laudo pela norma técnica.
Depende do estado, e depende de como o número de 2024 foi produzido — são duas perguntas diferentes, e a página separa as duas. De cada 4.141 municípios com leitura nos dois anos, 2.308 entraram em 2024 por reajuste de índice publicado, sem ninguém ir a campo — 56% do total. Só nos outros 1.833 houve medição nova, e é só essa variação que o mapa pinta. Em 7 estados nenhum município foi remedido, e ali a página diz "sem variação medida" em vez de inventar um número.

Fontes e método

Mapa e tabela nacional: INCRA, Sistema de Mercado de Terras (SIMET), simet.incra.gov.br, publicado no Atlas do Mercado de Terras 2025. Valor da Terra Nua na tipologia agrícola, definido pela Instrução Normativa INCRA 116/2022, art. 1º, VII, como valor de mercado do solo sem construções, benfeitorias, culturas, pastagem cultivada ou floresta plantada. Leituras de dezembro de 2022 e dezembro de 2024. A unidade de medida do INCRA é o Mercado Regional de Terras — 245 mercados para 5.571 municípios —, então municípios vizinhos repetem valor. Alagoas não tem tipologia agrícola na leitura de 2024 e entra com a tipologia geral, marcada na tabela.

Como a variação foi calculada: mediana da variação de cada município que tem leitura nos dois anos, na mesma tipologia do mapa. Não é a mediana de 2024 dividida pela de 2022: as duas medianas saem de conjuntos de municípios diferentes e a divisão não mede nada. A variação exibida no mapa considera apenas os municípios que não vieram de reajuste por índice.

Levantamentos estaduais citados: Santa Catarina — Epagri/Cepa, levantamento anual de preços de terras agrícolas, coleta de 2025, preço mais comum da terra de primeira, 265 municípios medidos (página por município). Paraná — Deral/SEAB, levantamento anual de preços de terras, coleta de 2026, preço médio da classe A-III, 395 municípios medidos (página por município). Os dois são declaratórios, apurados junto a informantes, e não registro de escritura.

Todos são referências de mercado e não substituem a avaliação de um imóvel específico. Não constitui recomendação de investimento. Os números desta página são gerados por script a partir das planilhas oficiais, e o script fica no repositório ao lado dela.

Quem fez: tabulação, verificação e texto de Yossa Umar; revisão de Jonas Paris Scatolin, sócio-fundador da Agrotec Imobiliária (CRECI 11054-J). Página publicada em e revisada em — a data de revisão só anda quando o conteúdo muda.

Quem está por trás

As pessoas por trás da Agrotec.

Um laudo mal feito custa caro em juízo e na negociação. Quem assina aqui atua no mercado rural, não só no papel.

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Idealizadores & Fundadores

Jonas & Tatiane Scatolin

Os criadores da Agrotec Imobiliária

"Vimos de perto que o mercado de imóveis rurais precisava de quem realmente entendesse o campo. Por isso criamos a Agrotec, para fazer esse encontro do jeito certo."

Jonas e Tatiane Paris Scatolin idealizaram e fundaram a Agrotec com uma missão clara: levar ao mercado rural o atendimento especializado que ele sempre mereceu. Unidos no propósito e na vida, construíram uma empresa que fala a língua do campo e entende cada detalhe de uma negociação de terra.

Jonas Scatolin, fundador da Agrotec Imobiliária
Fundador & Diretor

Jonas Scatolin

CRECI 11054-J

Veio do campo e nunca saiu dele. É dono que atende: corretor rural que cuida pessoalmente de cada cliente, com a honestidade e o jeito amigável de quem entende que terra é coisa séria.

Corretor rural (agrocorretor) · Imóveis rurais
Tatiane Paris Scatolin, co-fundadora da Agrotec Imobiliária
Co-fundadora & Operações

Tatiane Paris Scatolin

Gestão & Atendimento

Também veio do campo. Está sempre garimpando novas oportunidades, com foco em ofertas abaixo do preço de mercado, unindo consultoria e curadoria para entregar o melhor negócio possível a cada cliente.

Consultoria e curadoria de imóveis rurais