Agrotec Imobiliária
Terra e dinheiro · série 2009–2025

Investir em terra: o que ela rendeu contra CDI, poupança e bolsa

De janeiro de 2009 a dezembro de 2025, o hectare de terra de primeira em Santa Catarina multiplicou por 5,7× na mediana dos 241 municípios medidos pela Epagri nos dois anos — mais que o CDI (4,8×), o Ibovespa (4,0×), a poupança (2,9×) e o dólar (2,4×) no mesmo período. A inflação foi de 2,6×. Valores nominais, cada um com fonte e data nesta página.

Fontes: Epagri/Cepa (terra), Banco Central do Brasil (CDI, poupança e dólar PTAX), B3 (Ibovespa), IBGE (IPCA). Séries de janeiro de 2009 a dezembro de 2025. Esta página compara séries públicas; não é recomendação de investimento.

O placar de 17 anos

Por quanto cada aplicação multiplicou o valor entre janeiro de 2009 e dezembro de 2025, em valores nominais.

Gráfico de barras, 2009 a 2025: a terra de primeira em SC multiplicou 5,7×, o CDI 4,8×, o Ibovespa 4,0× e a poupança 2,9× (Epagri, Bacen, B3)
De janeiro de 2009 a dezembro de 2025, o hectare de terra de primeira em Santa Catarina multiplicou 5,7× (mediana de 241 municípios), contra 4,8× do CDI, 4,0× do Ibovespa e 2,9× da poupança, em valores nominais; a inflação foi de 2,6×. Epagri/Cepa, Banco Central, B3, IBGE. Arte: Agrotec Imobiliária.
Gráfico de barras: sem a inflação, R$ 100 de 2009 viraram R$ 224 na terra em SC, R$ 189 no CDI, R$ 156 no Ibovespa e R$ 111 na poupança (Epagri, Bacen, B3, IBGE)
Descontada a inflação (IPCA), R$ 100 de janeiro de 2009 viraram, em poder de compra em dezembro de 2025: R$ 224 na terra de primeira em Santa Catarina, R$ 189 no CDI, R$ 156 no Ibovespa e R$ 111 na poupança. Epagri/Cepa, Banco Central, B3, IBGE. Arte: Agrotec Imobiliária.

Barras em tom de areia ficaram abaixo da inflação. Descontado o IPCA, R$ 100 viraram, em poder de compra: R$ 224 na terra de primeira em SC, R$ 189 no CDI, R$ 156 no Ibovespa, R$ 111 na poupança e R$ 92 no dólar.

Quanto custa esse hectare hoje?

O preço atual, cidade por cidade e estado por estado, mora em duas páginas próprias — com o mapa, a fonte e a data de cada número:

Onde a terra mais valorizou em Santa Catarina

As cinco maiores valorizações do estado e três praças acompanhadas pela Agrotec. Terra de primeira, mediana municipal da Epagri, R$ por hectare, valores nominais.

#Município20092025Múltiplo
1Urupema2.50039.23315,7×
2Santa Rosa do Sul10.400137.50013,2×
3Brunópolis12.397158.28612,8×
4Criciúma13.400164.00012,2×
5Braço do Norte12.000145.00012,1×
15Campos Novos16.529169.00010,2×
36Chapecó26.800226.0008,4×
62Concórdia11.00080.0007,3×

Posições entre os 241 municípios com medição da Epagri em 2009 e em 2025. O ranking completo está no mapa de Santa Catarina; duas dessas praças têm página própria: fazendas em Chapecó e imóveis rurais em Concórdia.

O que a terra tem que os outros não têm — e o contrário

Cada número deste placar carrega o próprio desconto, e a comparação honesta exige dizê-los. O 5,7× da terra é só o preço do hectare: não inclui a renda de arrendamento ou de produção que a mesma terra gerou no período. O Ibovespa já reinveste os dividendos. O CDI é bruto, sem descontar imposto de renda. E a poupança é isenta de imposto para pessoa física.

  • Liquidez: o CDI resgata no dia; uma fazenda leva meses para ser bem vendida.
  • Custo de entrada e saída: escritura, registro, ITBI e corretagem não existem na renda fixa.
  • Ninguém compra terra "na mediana": metade dos municípios rendeu menos que o número-manchete, e dentro de cada município cada propriedade tem preço próprio — por isso existe avaliação pela norma técnica.
  • Passado não é promessa: a série mostra o que aconteceu entre 2009 e 2025, não o que vai acontecer.

Do outro lado da balança: na série da Epagri, a mediana estadual da terra de primeira não caiu em nenhum ano entre 2009 e 2025 — foi de R$ 15.000 para R$ 80.000 por hectare — enquanto o Ibovespa atravessou quedas de mais de 40% no meio do caminho. E no ano corrente, quem lidera? O placar do dinheiro, mês a mês, fica em página própria. A mesma leitura para o estado vizinho, com a série da Deral, está em o preço da terra no Paraná, município a município.

O placar diz o que a terra fez. O resto é achar a terra certa.

A mediana não se compra: compra-se uma propriedade específica, numa região específica, pelo preço certo — e as melhores trocam de dono antes de virar anúncio. A Agrotec é especialista em terra e faz busca dedicada com atendimento direto. Quem tem uma propriedade e quer vender com discrição entra pela porta ao lado.

Como esta comparação foi feita

Terra: duas contas, com dois nomes

O número-manchete (5,7×) é a mediana dos múltiplos municipais: para cada um dos 241 municípios catarinenses com medição da Epagri/Cepa em 2009 e em 2025, dividiu-se a mediana da terra de primeira de 2025 pela de 2009, e tomou-se a mediana desses resultados. A outra conta, citada no texto, é a mediana estadual ano a ano — a mediana de todos os municípios medidos em cada ano, que foi de R$ 15.000 (2009) a R$ 80.000 (2025) por hectare. São agregações diferentes de propósito: a primeira compara município consigo mesmo; a segunda mostra o nível do estado, com a base de municípios variando por ano.

As outras séries

CDI: capitalização dos 204 valores mensais da série 4391 do Banco Central. Poupança: até maio de 2012, regra antiga (0,5% ao mês mais TR, série 226); de junho de 2012 em diante, série 196 — um depósito por mês-calendário, que é uma aproximação declarada, porque o rendimento real depende da data de aniversário. Ibovespa: razão entre o fechamento de 02/01/2009 (40.244 pontos, série 7 do Banco Central) e o de 30/12/2025 (161.125 pontos, B3). Dólar: PTAX de venda nas mesmas datas (R$ 2,33 e R$ 5,50). Inflação: capitalização da série mensal do IPCA (IBGE).

O que ficou fora da conta

Tudo é nominal e bruto: sem imposto de renda, sem custo de transação, sem a renda que cada ativo gera por fora — nem o arrendamento da terra, nem o aluguel de um imóvel. O preço da Epagri é declarado por informantes qualificados, em reais por hectare de terra nua, e a metodologia da própria fonte determina que os valores não servem para balizar negócios com terras nem referenciar arbitragens.

Esta página compara séries públicas de preços e juros para informar; não é recomendação de investimento nem de compra ou venda de qualquer ativo. Rentabilidade passada não garante resultado futuro. Para o valor de uma propriedade específica, o caminho é a avaliação pela ABNT NBR 14653-3.

Dúvidas frequentes sobre investir em terra

Sim, na mediana de Santa Catarina. De janeiro de 2009 a dezembro de 2025, o hectare de terra de primeira multiplicou por 5,7× na mediana dos 241 municípios medidos pela Epagri nos dois anos; o CDI acumulado no mesmo período multiplicou por 4,8× (Banco Central). O CDI teve liquidez diária e não cobrou escritura — a terra, em compensação, ainda gerou renda de arrendamento que este número não inclui.
Pela série da Epagri/Cepa, a mediana estadual da terra de primeira foi de R$ 15.000 por hectare em 2009 a R$ 80.000 em 2025, sem cair em nenhum ano da série. Município a município, a valorização mediana foi de 5,7× em valores nominais.
Na comparação de janeiro de 2009 a dezembro de 2025, em valores nominais: terra de primeira em Santa Catarina 5,7× (Epagri), CDI 4,8× e poupança 2,9× (Banco Central), Ibovespa 4,0× (B3), dólar 2,4× (PTAX). A inflação do período foi de 2,6× (IPCA, IBGE).
Não. São medianas de levantamento — metade dos municípios ficou acima, metade abaixo, e dentro de cada município cada propriedade tem preço próprio. A própria Epagri escreve na metodologia que os valores não servem para balizar negócios com terras. Propriedade específica se avalia com laudo pela norma ABNT NBR 14653-3.
Terra: levantamento anual da Epagri/Cepa, série 2009–2025, terra de primeira, mediana municipal. CDI, poupança e dólar: séries do Banco Central (SGS 4391, 226/196 e 1). Ibovespa: fechamento de 02/01/2009 e de 30/12/2025 (B3). IPCA: série mensal do IBGE. Todas públicas e citadas junto de cada número.
Quem está por trás

As pessoas por trás da Agrotec.

Um laudo mal feito custa caro em juízo e na negociação. Quem assina aqui atua no mercado rural, não só no papel.

Jonas Scatolin e Tatiane Paris Scatolin, idealizadores da Agrotec Imobiliária
Idealizadores & Fundadores

Jonas & Tatiane Scatolin

Os criadores da Agrotec Imobiliária

"Vimos de perto que o mercado de imóveis rurais precisava de quem realmente entendesse o campo. Por isso criamos a Agrotec, para fazer esse encontro do jeito certo."

Jonas e Tatiane Paris Scatolin idealizaram e fundaram a Agrotec com uma missão clara: levar ao mercado rural o atendimento especializado que ele sempre mereceu. Unidos no propósito e na vida, construíram uma empresa que fala a língua do campo e entende cada detalhe de uma negociação de terra.

Jonas Scatolin, fundador da Agrotec Imobiliária
Fundador & Diretor

Jonas Scatolin

CRECI 11054-J

Veio do campo e nunca saiu dele. É dono que atende: corretor rural que cuida pessoalmente de cada cliente, com a honestidade e o jeito amigável de quem entende que terra é coisa séria.

Corretor rural (agrocorretor) · Imóveis rurais
Tatiane Paris Scatolin, co-fundadora da Agrotec Imobiliária
Co-fundadora & Operações

Tatiane Paris Scatolin

Gestão & Atendimento

Também veio do campo. Está sempre garimpando novas oportunidades, com foco em ofertas abaixo do preço de mercado, unindo consultoria e curadoria para entregar o melhor negócio possível a cada cliente.

Consultoria e curadoria de imóveis rurais